quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 26 de maio de 2009
A razão da vida
terça-feira, 21 de abril de 2009
Além das leis
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
A ceia!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A passagem
sábado, 1 de novembro de 2008
Individualidade
Não me arrependo jamais pelo que fiz, mas hei um dia de me arrepender se fizer o que que talvez poucos porcos me digam... Dizeres como " O que importa na vida, é acreditar em Cristo, e ser rico para ver e crer"... Ou outras tantas baboseiras que me dão na telha e fazem goteiras, que pingam nos meus olhos a noite inteira... Estou cansado de cantar a mesma melodia com a mesma vóz. Quero que todos ouçam uma vez sem criticar a minha vóz irritante e aguda, na qual eu nasci com a mesma... E que todos compreendam que esta vóz, diz coisas que a vida, talvez não diga por si... Para a ignorância, existe sempre o sábio cajado, e para os que se apoiam, há de existir sempre uma parede concreta sem janelas! Que culpa tenho eu, de correr em campos livres e escorar o vento no meu peito, e ser feliz por isto? Quero que se foda a sociedade que diz saber tudo e nada sabe, que sabe ganhar dinheiro e justificar, que sabe vencer um amor e justificar, que sabe por si dizer direito e nunca se desentortar....
Aos que amo deixo claro meu meu amor, e aos que odeio, clara deixo a minha sincera vontade de ama-los, não sou o Deus que bate à vossas portas com as receitas de A à Z, mas sou quem faz Deus chegar perto de vossos corações com a certeza de que existe um lugar para todos em seus própros sermões... Peço Amor! Peço apenas confiança... Do futuro, nem Deus sabe, pois o futuro é uma carta em nossas mangas...
Sou quem sou e sou feliz, para quem não gostar, dê um beijo em minhas costas, enquanto sigo meu caminho não ouço as palavras que escarram, e nem quero. Vivo acreditando somente em meu próprio destino, já que outros. sóbrios demais, ou ébrios demais, seguem o domínio que fazem da vida um jogo dividido e roubado desde o princípicio, se eu quero ser feliz, isto é problema meu... Me aceitem como sou, e sempre serei fiél aos teus pensamentos...
Não lhe decepcionar não será difícil. ao menos que perca sua própria fé... Nos momentos de escuridão, fiz de meu peito o vosso abrigo, de uma luz qualquer, que não sei onde lhe cega, mas estou aqui para o que der e vier, seria muito chama-lo de amigo? Seja o que Deus quiser...
Sobre as guerras, existe a paz, e tu que não é capaz de me dar um tiro, me diz coisas que entre seus dois olhos que entram amargamente em meus ouvidos... Vejo a morte neste aspecto como um comprimido, que tomo pela sua boca, e pode pela minha fraqueza me deixar um morto vivo, mas não conte com isso... Não me matará pelos seus singelos suspiros... Se gostas ou não de mim, faça sua vida pelos seus prórpios caminhos, e saberei te acompanhar no momento que for preciso, mas digo, nunca estarei ao seu lado todo tempo, como bem queria... Quero amar-te, porem o seu bacamarte atira sobre meu ombro impondo-me o medo, no entanto, não tenho medo de ti... Atire e desperdice tuas balas... No fnal será mais uma entre tanta falhas que eu tentei como sabes. impedei-lha de cometer tal ato falho...
O que posso fazer? Se o certo é o que tu és, e o errado está no seu ver, ao menos veja meu coração... E saberás que muito tem de aprender... Mas nunca diga que na sua tolerância, a minha loucura bisonha, foi tudo que podes ver, assim saberei quem tu és, porém, tu nunca saberás o que podia ter de mim, sabendo que isto não é uma poesia, ainda sim, desejo escrever linhas, para dizer o quanto penso bem de ti, mesmo assim, espero que um dia possa aceitar que o mundo é redondo, e gira como seus pensamentos que dizem, e dizem, mas não condiz com aquililo que realmente é, independente do que seja para você... Ainda tem muita coisa para ver e aprender...
Eu repito, mesmo que não possa amar a todos, amo o desejo de ser feliz...
Lembrando... Quanto as guerrasm eu sou contra...
domingo, 19 de outubro de 2008
Da língua dos anjos...
Falar de amor bastou para mim, atento eu permaneci... Observando o amor falado, o amor já visto, o amor contado por tantos... Observei parte do que sonhei de um amor vivido, e me lembrei do amor que calei e morreu por isso. Escutei o amor cantado e li o amor escrito... E por mim ou não, pelo sim ou pelo não, vi que o medo é uma linha ardida que estala na minha cara... Mas marca em lugares que jamais cicatrizam! Obriga-me a escolher o que imploro conseguir...
No final, existem tantos amores, que se desenvolvem e se divergem rapidamente como religiões.
Acreditei um dia que tamanhas formas de amor não poderiam ser reais, descritas com clareza na minha frente, e no momento de compartilhar o que eu tinha no peito, foi uma amostra continua de amor teórico, com perguntas retóricas que levam sempre para o mesmo lugar, algum lugar entre dois corações e um desejo adjacente, que vibra a todo instante, e que pede por socorro por existir de verdade...
Deixarei agora, que as palavras não sejam maiores do que sentimentos! Que palavras somente possam ilustrar pensamentos, assim como deveria ser feito há tempos, Deste modo eu evito que meus sonhos possam sair molhados dentro da minha própria esperança!
Entre tantos gestos que passam pela minha retina, mulheres deixam suas pistas... Com a suavidade de uma flecha doce que me atravessa o corpo e se derrete no meu sangue, posso assim, encontrar os seus olhos de anjo, que me oferecem repouso entre suas mãos, dispostas a sustentar o meu cansaço, juntar as nossas vozes em uma oração que não é para nenhum imortal, conhecidas como juras de amor, ou promessas precoces de somente dois corações apaixonados...
Eu simplesmente permanecerei, com todo o amor que eu tenho, e espero como sempre esperei, e sempre vivi com tanto zelo os sabores que a vida deixou a desejar na minha boca, mas que foram deliciosos e duraram pelo tempo que deveria...
